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sexta-feira, dezembro 30, 2011

Diário de bordo II- Itália

Vou colocar aqui algumas coisas que me chamaram atencao nas cidades pelas quais passei (me desculpem a falta de cedilha, mas o teclado não tem...):

Veneza:
- As máscaras;


-Não entrar carro na cidade, tudo ser feito com barco (transporte público -vaporetto-, water taxi);
-O vidro murano é o artesanato local e é muito bonito e barato;
-A cidade é tão pequena que é possível atravessá-la em meia hora;
-A piazza de San Marco é bem bonita e lá perto tem umas lojas de grife;
-As coisas fecham às 20h e como escurece cedo no inverno, às 17h, fica tudo muito escuro e assustador, hehe;
-Não saia comprando coisas de vidro murano em qualquer loja porque tem umas com precos bem em conta.
-Mas a cidade é bem pacata, calma;

Florenca:



-A comida;
-O crepúsculo da piazza do Michelangelo;
-O David do Michelangelo na Academia.

Pisa:



-A torre de Pisa.

Roma:
-As ruas cheias de histórias;


 -O edifício em homenagem a Vitorio Emanuelle


-As fontes: essa é a Fontana de Trevi;

-O Pantheon;

-O coliseu.


_________________________________

O que tem de bom no geral:
-O gelato;
-O café (de qualquer jeito: cappuccino, maquiato, correto -com licor-, etc);
- O panini;
-O Tiramissú;
-o preco do transporte público em Roma é muito barato.
-O chocolate!

O que tem de mais ou menos:
-quase não existem escadas rolantes nas estacoes de trem;
-o metro de roma é sujo de mais nas entradas e plataformas (pelo menos dentro, é limpo);
-pizza.
-pagar pelos banheiros ou ter que consumir alguma coisa nos cafés/restaurantes pra poder usar o banheiro.

Dica:
-nao gaste dinheiro com água, peca a da torneira.

quinta-feira, dezembro 29, 2011

sexta-feira, dezembro 16, 2011

terça-feira, novembro 22, 2011

Torta Verde

Estava eu com uma porção de talos de cenoura e rabanete, os quais eu processei e congelei, e também espinafre japonês ferventado congelado mais um amigo em casa e nós dois nos perguntando "o que almoçar?".
Resposta: Torta verde! Simples, fácil e rápida! Essa receita é do livro do SESI: Alimente-se bem (aqui tem um link, mas não é sempre que eu aviso, viu? Seja curioso e clique!)

Você irá precisar de:
Massa:
-Um liquidificador ou mixer;
- 1 xícara de chá cheia de talos (cenoura, beterraba, rabanete - uma vez eu fiz com o de beterraba e antes de ir pro forno, a massa ficou meio rosa =D, mas depois de assada ficou verde);
-2 ovos inteiros;
-1/2 xíc. chá de leite;
-1/2 xíc chá de amido de milho;
-1/2 xíc chá de água;
-8 colheres de sopa de farinha de trigo;
-9 colheres de sopa de óleo vegetal;
-1 colher de sopa de fermento em pó (lembrando que fermento é sempre o último ingrediente a ser colocado!).
Bata tudo no liquidificados ou com o mixer.

Recheio
Enquanto você se ocupa com a massa, mande o amigo fazer o recheio (hehe). Se você estiver sozinh@, recomendo fazer o recheio antes da massa, porque se você deixar o fermento esperando muito, perderá um pouco seu efeito e a torta não ficará tão aerada.

O recheio proposto pelo livro é o de frango:
-850g de coxa e sobrecoxa;
-4 col. sopa de óleo vegetal;
-3/4 xíc de cebola picada;
-2 xícaras de chá de tomate picado;
-temperos (alho, cebolinha, salsinha, alecrim);
-sal a gosto
Cozinha, refoga, unta a forma, coloca massa/recheio/massa e forno a 200 ºC.

Recheios que eu fiz:
-1 lata de atum natural em água ou 1 vidro grande de palmito pupunha;
-1 cenoura média ralada;
-1 tomate médio em cubos;
-1 cebola pequena em cubinhos;
-1 dente de alho;
 Refogue a cebola e o alho, junte todos os outros ingredientes na panela, espere secar a água (que vai sair do tomate); unte uma forma, coloque o fundo de massa, recheio e cubra com a massa. Forno a 200ºC.

Fica pronto tudo em 1 hora! Bom apetite!


Torta verde com recheio de atum (massa minha, recheio do amigo)

Torta verde com recheio de palmito (torta inteira do amigo porque eu havia ido doar sangue e um dos meus braços ficou debilitado por umas quatro horas... e alguém precisava fazer o almoço, né?!)

quinta-feira, novembro 10, 2011

II Jornada de Nutrição - refletindo...

Eu fiquei super feliz com a II  Jornada da Nutrição que aconteceu lá na universidade nessa segunda-feira, 07/11. Discutimos muito sobre a formação do nutricionista: os desafios, os cenários, atribuições e uma questão muito importante, o território.
Como nós, estudantes, estamos nos inserindo e vivenciando esses territórios desde já? Em um campus de uma universidade cuja a "menina dos olhos" é o Projeto Político Pedagógico voltado para a Interdisciplinaridade e Intervenção junto as comunidades dentro dos equipamentos do Sistema Único de Saúde (nosso bom e velho -na verdade, novo-  SUS), principalmente para a Atenção Básica, na qual a maior parte dos problemas deveria (e poderia) ser resolvido. Os próprios Ministérios da Saúde e da Educação (2005) enxergam como demanda (e um desafio) formar profissionais humanizados, mais generalistas, que conseguem ver cada pessoa no seu contexto, de forma integral, sem fragmentá-la, não torná-la apenas um "Trato Gastro-Intestinal Irritado que precisa de fibras, hidratação adequada e blá blá blá". NÃO! "Ela é a D. Beutrana, cuja a história de vida é 'essa' e ela pode estar assim por causa 'disso, disso, disso e daquilo outro". (Acesse: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pro_saude_cgtes.pdf)
A fala da Profª Dra. Rosa Wanda foi muito nesse sentido e de encontro com o que venho agregando e sedimentando nesses quase 3 anos: o nutricionista (na verdade não só, mas estou falando especificamente da minha formação) deve saber trabalhar em conjunto com outros profissionais da saúde e NUNCA desconsiderar que a o ato de comer, além de biológico, é social e cultural. O que falamos para os pacientes deve FAZER SENTIDO, ser parte do cotidiano daquele sujeito, estar inserido no seu contexto. E a questão do AMBIENTE NUTRICIONAL (oferta de alimentos de qualidade a preços justos, ou seja, "pagáveis", equipamentos de saúde para promoção e prevenção da saúde, equipamentos públicos para a prática de atividade física - e isso envolve também o aumento da segurança nos locais, pois não adianta nada ter uma praça linda ali na esquina cheia de lugares propícios para a prática de atividade física se para chegar lá você corre o risco de ser assaltado) não foi negligenciada como em outras discussões que participei não faz muito tempo. Porque não é só o fator genético, não é só o que os pais ou responsáveis oferecem, não é só uma questão de hábito. É uma questão de TERRITÓRIO e CONDIÇÕES SÓCIO-ECONÔMICAS. É um assunto para POLÍTICAS PÚBLICAS.
Não adianta nada falar para o Sr. fulano que mora no morro comer frutas E verduras E legumes todos os dias se para ir ao supermercado mais próximo ou a feira mais próxima, que vende esses alimentos com qualidade, ele precisa descer uns 200 degraus (lá não sobe carro, ônibus, quiçá moto; e ele é um senhor de 70 anos que tem diabetes, doença cardiovascular, reumatismo, artrite, dores na coluna, etc) e pegar mais um ônibus de pelo menos meia-hora. 
É preciso elaborar estratégias, redes de cuidado... 

E aqui eu faço uma breve digressão
Na abertura da mesa da Jornada e na fala da professora Rosa Wanda, surgiu essa questão do território e a profª Dra. Maria Angélica Medeiros citou Milton Santos, então me lembrei da época que fazia geografia. Discutíamos muito qual era/é o território da geografia sem chegar a alguma conclusão, e na minha opinião de técnica-em-nutrição-ex-futura-geógrafa-quase-nutricionista, não existe conclusão, mas aqui eu deixo uma das definições de território de acordo com Milton Santos que se encaixa muito bem na concepção do SUS: "O território, hoje, pode ser formado de lugares contíguos e de lugares em rede: as redes constituem uma realidade nova que, de alguma maneira, justifica a expressão verticalidade. Mas além das redes, antes das redes, apesar das redes, depois das redes, com as redes, há o espaço de todos, todo o espaço, porque as redes constituem apenas uma parte do espaço e o espaço de alguns. São, todavia, os mesmos lugares que formam redes e que formam o espaço de todos". Disponível em: http://www.proext.ufpe.br/pontao/images/stories/documentos/texto%20conceito%20de%20territrio.pdf
 E a cada dia vivencio o fato da geografia, serviço social, história, filosofia, ciências sociais, literatura terem tudo a ver com Nutrição... não me arrependo em nada de ter feito o UM semestre e UM mês de licenciatura em Geografia, pois foi lá que conheci Josué de Castro, figura tão presente na Nutrição, e Milton Santos e suas discussões sobre o território.

Depois vieram as falas das coordenadoras dos serviços de saúde nos quais estamos inseridos e das veteranas que já estão concluindo os estágios. Foi emocionante ver como nossas inserções junto a comunidade, ainda na formação, fazem diferença nesses territórios e ouvir de pessoas de fora que a parceria que vem sido fortalecida a cada dia está realmente valendo a pena.
E ver também que, não sei se muitas, mas algumas sementes vêm sendo plantadas com a ideia de trabalhar e militar por uma Saúde Pública melhor e para todos. E eu tenho orgulho de estar em processo de formação incorporando essa ideia.


quarta-feira, novembro 02, 2011

Feriado


Hoje, umas 18h e pouco

"Dia de luz, festa de sol
E o barquinho a deslizar
No macio azul do mar 
[...]"
(O Barquinho - Elis Regina)

sexta-feira, outubro 28, 2011

Pão de queijo pra lá de "facim", sô

Sendo neta de mineira e tendo uma grande parte da família que mora lá, eu tinha que um dia testar uma receita de pão de queijo, né? Só que essa não é a receita da minha família (sim, nós temos uma receita e é muito boa! Porém eu ainda preciso aprendê-la com minha querida mãe!), eu peguei no pacote de polvilho doce e... adivinhem... adaptei para minhas necessidades universitárias, ou seja, não fiz a receita inteira, apenas 1/3 e foi sucesso.
A receita pede um liquidificador, mas como o meu está quebrado, fiz com o mixer mesmo.
Você irá precisar de:
a-1 tigela para misturar os ingredientes;
b-1 ovo batido com o garfo;
c- 1/4 de xícara de chá de óleo vegetal (para essa receita, eu usei 1/3, na verdade, mas achei que ficou muito oleoso depois de pronto);
d- 1/3 de xícara de chá de leite frio;
e- 1 xícara de chá de polvilho doce;
f-75g de queijo parmesão ralado;
g- sal a gosto;
h- forminhas para colocar a massa para assar.

Pré- aqueça o forno a 180ºC. Pegue o itens b, c, d, e, misture com o mixer. Acrescente o parmesão ralado e misture mais um pouco com o mixer. A massa vai ficar bem líquida e sorte que eu tenho em casa uma forma de silicone maravilhosa que eu ganhei da minha mãe e coube tudo certinho! Se você não tiver forminhas de silicone, use aquelas de metal para empadinhas, mas precisará untá-las com óleo para não grudar tudo...

Eu não botava fé nessa receita, não. Mas não é que deu certo?!

Lindinhos no forno



Aquele coitado, amassado foi o primeiro a ser desenformado


Ótimo para ser recheado. Esse aí está com queijo cremoso, mas se fosse em Passos -MG, onde minha família mora, já teriam recheado com pernil e requeijão também.



quinta-feira, outubro 27, 2011

Guacamole e Soft Tacos Adaptados

E o final da tarde  dia 23/10 foi assim:
Andando de patins...

...e vendo o sol se por... 
(pena que o zoom da câmera do celular não é tão bom)

E com o anoitecer, vem o jantar:
Inspirada pelos burritos clássicos que comi no sábado num lugar, como diria um amigo meu, que vende comida "pseudomexicana" chamado Chilli Peppers (Localizado no shopping Top Center, Av. Paulista, próximo ao metrô Trianon-Masp, ao lado do prédio da Gazeta), resolvi fazer guacamole e soft tacos :
Guacamole:
Primeiro que foi quase um parto encontrar um abacate decente nessa cidade, mas também era domingo à noite, e eu queria o quê?! Mas encontrei o que queria, então mãos à obra. 
Você vai precisar de:
1 abacate médio
1 tomate comum pequeno ou 1/2 tomate comum grande
1/2 cebola média
1/2 limão
Corte o abacate e raspe a polpa com uma colher. Esprema meio limão, corte o tomate e a cebola em cubinhos, misture tudo. Não se esqueça da pitada de sal (como eu fiz).

Soft taco aberto

Soft taco enrolado

Para o soft taco, eu usei aquelas massas prontas para tortilha que só é preciso deixar uns dois minutinhos na frigideira e pronto. Essa é integral.
Para o recheio:
1 filé de frango médio temperado a seu gosto, grelhado e cortado em cubinhos ou tiras;
Queijo cremoso a gosto
Alface americana a gosto
Guacamole a gosto
Coloque tudo dentro da massa, enrole e seja feliz!

Para acompanhar a guacamole comprei aqueles nachos industrializados sem sabor. Na hora, estava tudo muito gostoso, mas dois dias depois, enquanto tomava café da manhã, a embalagem com o que havia sobrado dos nachos estava bem na minha frente e eu reparei nesse símbolo:



"PONTE QUE PARTIU", ELES USAM MILHO TRANSGÊNICO!!! Já revelei minha indignação sobre isso em outro post: http://abatataintegral.blogspot.com/2011/03/slow-food-manifesto-de-uma-coprodutora.html 
Ainda bem que vi isso depois de ter comido e apreciado a guacamole, caso contrário teria estragado minha noite e eu provavelmente teria passado mal...
Meta da próxima refeição mexicana: eu mesma vou fazer as tortillas e vou procurar uma receita de nachos e testá-la também...

E a trilha sonora do dia foi:
Adele (álbuns 19, 21 e Greatest Hits)


City and Colour (álbuns Sometimes e Bring me your love)




quarta-feira, outubro 26, 2011

Hamburguer caseiro

Nada melhor do que ter uma boa companhia para jantar. Melhor ainda ter uma companhia para fazer o jantar. Enquanto eu preparava o Hamburguer, minha querida amiga, autora do blog .delicando desvios., lavava a salada =D. Depois fizemos um super sanduíche. Tudo isso ao som de Sweet Dreams - Eurorythmics, Adele e City and Colour. Foi um extravasamento de sentimentos, expressões! Cozinha dançante!

Mistura da carne e temperos ainda crua. Essa foto é da Ana =D

Hamburguer frito na frigideira

Lache pronto: pão francês (ou como chamam aqui na cidade "média"), hamburguer com queijo padrão derretido em cima, alface, maionese, ketchup.

Pegue 200g de acém moído, acrescente dois dentes de alho pequenos espremidos, uma cebola pequena picadinha, tempere do jeito que quiser, eu coloquei uma pitada de sal e ervas finas. Molde os hamburgueres com as mãos (com essa quantidade moldei 2) e grelhe. Depois, coma do jeito que quiser: com pão, com arroz, com salada...


terça-feira, outubro 25, 2011

Food Day e Dia Mundial do Macarrão e da Massa


Descobri que ontem foi o Food Day. Pelo que entendi, foi o primeiro. Achei bem legal a proposta e as seis metas do movimento (mais um para trazer para a universidade ano que vem, hehe):


________________
Além disso, descobri que hoje é o Dia Mundial do Macarrão, a comida mais adorada do mundo.
Fonte: http://super.abril.com.br/alimentacao/macarrao-comida-preferida-mundo-644536.shtml

E hoje, os restaurantes em São Paulo resolveram fazer o Festival da Massa!
http://guia.folha.com.br/restaurantes/995849-restaurantes-atraem-fas-de-macarrao-com-festival-de-massas.shtml


Essa macarronada com molho branco eu fiz há um tempinho, acho que foi em Abril ou começo de Maio. Foi meu segundo molho branco que deu certo! E esse ainda teve um toque de noz moscada.
Ao lado, uma omelete com tomate, queijo, orégano e cebola.

segunda-feira, outubro 24, 2011

Bolo de Banana

O resultado saiu melhor do que esperava! Todo mundo gostou! Uma das minhas amigas disse que até parece bolo feito em fazenda. Fiquei bem feliz!


Ingredientes:
100g (1/2 tablete) de manteiga derretida
2 ovos
1 e 1/2 xícara de farinha de trigo
1 e 1/2 xícara de açúcar
canela a gosto
5 bananas nanicas maduras
3 col de café cheias de fermento

Modo de preparo:
Pré-aqueça o forno a 180º C. Primeiro, unte a forma nas laterais com manteiga ou margarina e farinha de trigo e no fundo com margarina ou manteiga e polvilhe açúcar e canela. Corte duas bananas em rodelas (como na foto) ou de comprido e forre o fundo da forma. 
Separe as claras da gemas, batas as claras em neve e reserve. Amasse as outras três bananas e reserve. Bata a gema, o açúcar e a manteiga, acrescente as bananas e depois a farinha e a canela e bata mais um pouco. Incorpore a clara em neve e o fermento com uma espátula para que a massa fique mais aerada. Coloque a massa na forma e leve ao forno por aproximadamente 30 minutos.

quinta-feira, outubro 20, 2011

Mais sobre a Fat Talk Free Week 2011

Fiquei feliz ao ver que as pessoas na universidade estão escrevendo coisas positivas sobre seus corpos no cartaz que eu fiz. Lógico, sempre tem os engraçadinhos que escrevem coisas nada a ver, mas de modo geral, para uma primeira Fat Talk Free Week acho que as pessoas estão pegando o espírito da coisa.
Se for postar algo no twitter com relação a semana, use a hashtag #EndFatTalk.
A página do Facebook End Fat Talk (se simpatizou com a causa, curta também) compartilhou o link desse blog que explica sobre a semana e dá algumas dicas de como parar o "Fat Talk":

Mais vídeos da campanha Dove pela Real Beleza, esses são em português:






Campanha "Love your Body"


Vídeo da Fat Talk Free Week de 2008




terça-feira, outubro 18, 2011

Fat Talk Free Week - 16 a 22 de Outubro de 2011




Essa semana está acontecendo a Fat Talk Free Week que, numa tradução bem livre, pode ser entendida como "Semana Não fale Sobre Gordura". Esta é idealizada pela Organização Tri Delta dos Estados Unidos e é apoiada por outras instituições e organizações como a Butterfly Foundation, da Austrália.
Os objetivos da semana são incentivar as pessoas a valorizar e respeitar seus próprios corpos e parar com pensamentos do tipo "Eu preciso emagrecer" ou "Fulano engordou" ou "Nossa, como aquela fulana está magra!", auxiliando também na prevenção de Transtornos Alimentares e Obesidade.
Dessa forma, o pensamento preconizado é ser saudável sem fazer loucuras para alcançar uma padrão de beleza veiculado pela mídia que, na verdade, é irreal e aprender a amar seu corpo e perceber as coisas maravilhosas que ele faz.
Na universidade onde estudo, eu e o pessoal do projeto de extensão do qual faço parte resolvemos espalhar essa ideia. Comecei fazendo um cartaz no qual o jogo é escrever pelo menos 3 coisas positivas sobre seu próprio corpo e expliquei para algumas pessoas o objetivo da semana. De cara, já percebi um certo estranhamento e a dificuldade das pessoas em valorizarem suas características ou citarem coisas legais que podem fazer com o corpo.
Porque vivemos numa sociedade onde se veicula que as loiras, magras e altas, com corpos longilíneos se divertem mais; meninos fortes, musculosos são mais legais... e aprendemos a descartar e desvalorizar todo o resto... a desvalorizar nossas próprias belezas que são diferentes dessas que citei anteriormente.
E eu acho realmente incrível como nossos olhos estão treinados a encarar apenas a magreza (muitas vezes extrema) como normalidade. Surpreendo-me com pessoas muito próximas a mim comentando sobre pessoas com o biotipo que para mim é normal: "Nossa, aquela pessoa é/está gordinha!". NÃO, AQUELA PESSOA ESTÁ NORMAL, EUTRÓFICA, NUM PESO SAUDÁVEL!
Pior é quando essas pessoas próximas resolvem se auto-avaliar também se achando gordinhas. ACORDEM! VOCÊS ESTÃO EUTRÓFICAS!!!
Pior ainda é que essa busca por esse padrão de beleza midiático causa sofrimento, como já expressei no texto Desconfeitos. E isso pode gerar graves consequências...

Hoje em dia, essa mulher (Marilyn Monroe) seria considerada "gordinha". Ela é NORMAL!

Campanha Dove pela Real Beleza:
Mulheres reais



Mensagem do vídeo: "Fale com a sua filha antes que a indústria da beleza o faça"



Agora que você já leu um pouco sobre a semana e viu os vídeos, espalhe também essa ideia. Comece por si mesmo. Pense em pelo menos 3 coisas maravilhosas sobre seu corpo! (Coisas positivas sobre meu corpo- já postei no facebook, twitter, grupos do facebook- amo minha boca, meu sorriso, meus olhos, minhas pintas das bochechas, minhas pernas. Com meu corpo eu posso dançar, me expressar, abraçar...)
Como poderemos amar outras pessoas sem antes amarmos nós mesmos?
E para terminar, uma frase da Fat Talk Free Week: "My GENES may make who I am, but my JEANS will not define me" - Meus GENES podem determinar quem eu sou, mas não meus JEANS (no caso, o tamanho deles). (tradução livre)
Para saber mais acesse: endfattalk.org
Vídeo 2011: http://www.willowinteractv.com/ftfw2011/
Outro site legal que segue uma linha de pensamento muito semelhante: http://www.haescommunity.org/
________________________

No mesmo sentido, nessa semana também está acontecendo, promovida pelo GENTA (Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares) a Se Dê Conta (Semana de Conscientização e Prevenção de Transtornos Alimentares) com atividades de debates, discussão, etc. Sábado, 15/10, fui à exibição do filme "Maus Hábitos" que trata do tema dos transtornos alimentares em diversos contextos. Depois ocorreu uma conversa entre os presentes: Estudantes de Nutrição, Nutricionistas, Psicólogos, Psiquiatras e tinha até uma pessoa da engenharia!


domingo, outubro 16, 2011

Receitas com Abobrinha Italiana (Orgânica)

Sem esquecer que hoje é o DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO!

Boliburguer/Hamburguelinho
Hamburguer com receita de Bolinho


Rale 1 abobrinha média
Acrescente 1 ovo
2 colheres de sopa de farinha de trigo
3 colheres de sopa de farinha de rosca
1 dente de alho
tempero à gosto
Molde e frite

Bolo de abobrinha



1 abobrinha pequena ralada
1 xíc de chá de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
1/4 de xíc de óleo
1 ovo
1 colhe de sopa rasa de fermento
1 colher de sopa rasa de canela
1/2 colher de opa rasa de noz moscada

Rale a abobrinha, bata a clara em neve e reserve. Misture à abobrinha a farinha, o óleo, o açúcar, a gema, a canela e a noz moscada e bata no liquidificador, depois incorpore a clara em neve e o fermento com uma espátula. Coloque a massa em uma fôrma pequena untada em forno médio pré-aquecido. 
Testado e aprovado =D

terça-feira, outubro 11, 2011

Desconfeitos...

Um dia, fazendo a análise da Iniciação científica, não aguentando ver mais números e lendo tudo errado, insistia em condensar as duas palavras "Doces e Confeitos" nesse neologismo: Desconfeitos. E até então vim tentando dar um sentido a essa nova palavra do meu vocabulário. Confeitos desfeitos? Tristes? Confeitos em potencial que nunca chegarão a dar prazer a ninguém com o seu sabor doce?
Pode descrever uma situação que é "desconfeituosa". Quando tiram o poder "confeitor" de alguém... que seria o confeito em potencial... e aqui eu faço a relação com o bullying, preconceito e desconfeitos correlatos.
Muita gente brilhante e linda sofre, se amargura, se angustia, deprime porque às vezes não está dentro da fôrma carregada pela esteira impulsionada pela mídia. Entristece-me ver como as pessoas só buscam um tipo de beleza: ou você é loira, alta, magra, tem pernas longas e cabelos longos ondulados ou alto, moreno, musculoso...
E os confeitos que poderiam ser lindos e doces ao seu modo tentam alcançar um ideal que não é a realidade da maioria das pessoas, apesar de ser mostrada como tal, e tornam-se desconfeitos, a sensação de derrota por se tentar ser o que não é e fracassar, toma conta.
Gostaria que as pessoas se confeitassem mais... digo, se valorizassem mais e abrissem os olhos para outras formas de beleza...


Caveira de chocolate, comemoração do Dia de los Muertos

segunda-feira, outubro 10, 2011

Minibolo de Cenoura (Orgânica)


Matéria-prima!


A transformação:


Morando sozinha, peguei prática em fazer porções pequenas das coisas (o difícil agora é cozinhar pra mais que duas pessoas, hehe). Esse bolo é equivalente ao tamanho de 3 ou 4 cupcakes mais ou menos... é do tamanho de um pote de marmita, aproximadamente...
Você vai precisar de:
1 ovo
1/4 de xícara de óleo
1 xícara de açúcar cristal (que também era orgânico)
4 cenouras pequenas (no caso aqui, foram orgânicas e era pequenininhas, mas faça com a que tiver)
1 colher de dopa de fermento

Para a cobertura
1/2 colher de sobremesa de manteiga
1/2 lata/caixinha de leite condensado
2 colheres de sopa de achocolatado ou chocolate em pó (eu acho que com este fica mais gostoso)

Modo de preparo:
Bata as cenouras, a farinha, o açúcar e o óleo no liquidificador. Acrescente o fermento por último e bata mais um pouquinho só para misturar.

Coloque a massa em uma forma pequena untada e leve ao forno por aproximadamente 30 minutos.
Para a calda, derreta a manteiga, acrescente o achocolatado (ou chocolate em pó) e misture os dois ingredientes. Acrescente o leite condensado e mexa até ficar homogêneo e conseguir ver melhor o fundo da panela.
E depois... é só aproveitar! Hummmmmm