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domingo, janeiro 23, 2011

TRADUZIR-SE - FERREIRA GULLAR

Ficha técnica:
 Fotógrafa: eu
Pessoa na foto: Fê Ramos e seu reflexo
Local: Santos, entre 18h30 e 20h


Esse poema foi-me apresentado quando eu tinha 8 anos. Lembro como se fosse ontem. Aula de Artes Plásticas, segunda série, um professor com jeito afetado entra na sala, era substituto, pois nossa professora havia faltado aquele dia. Distribuiu folhas de sulfite, pregou um desenho na lousa, parecido com este aqui embaixo, e disse: Copiem (ou algo assim).

 

E depois, se não me falha a memória, ele ditou Traduzir-se para escrevermos atrás de nossos cálices. Todo mundo fez cara de coxinha, né. Então, ele perguntou o que achávamos que era o desenho, surgiram respostas como: castiçal! cálice!
Só então ele revelou o segredo: olhem de novo, são dois rostos.
Ahh, sim... Ele até tentou explicar e relação poema-desenho, mas acho que ele não estava acostumado a lidar com pessoas de oito anos...
Mas nunca esqueci desse poema, nem do desenho. Sempre ficaram guardados na minha memória (e meu desenho está em alguma pasta, em algum armário daqui de casa, ficou booonniiiiitttoooo =S -hoje, desenho bem melhor... graças ao meu professor de artes do ensino médio, simplesmente um gênio, me ensinou os segredos dos lápis 2B, 4B e 6B). Quando tinha quinze anos, reencontrei-me de novo com Traduzir-se após uma aula de Formação de Repertório e Leituras da Contemporaneidade, na qual meu professor especialista em Guimarães Rosa falava sobre o poema de Manuel Bandeira, Teresa, na qual o eu-lírico, na primeira parte, passa pela fase da renegação do amor. Mas, na terceira vez que vê Teresa, admite que é louco por ela. Nessa aula, com a explicação do contexto e interpretação de Teresa, fiz uma relação linda na minha cabeça com Traduzir-se, tanto que na aula seguinte o professor retomou o assunto e fez a mesma coisa... pena que naquela época eu não tinha tanto costume de anotar minhas ideias e esqueci a relação perfeita e a sensação de EUREKA! da semana anterior... e não lembro até hoje... 
Contudo, o conflito interno é presente nos dois poemas... eu realmente não vou fazer essa análise agora, é muito complexa.
Bom, deixo a tarefa pra vocês também!
P.S.: acabei de encontrar o desenho da 2ª série (1998) E as anotações da aula Teresa/Traduzir-se (2005).




quarta-feira, janeiro 19, 2011

Coisas que (acho que) aprendi sobre amar/amor...

Gostaria de não fazer um texto clichê aqui; muitos autores escrevem sobre o amor com maestria, fazendo parecer uma coisa fácil (tanto escrever quanto amar).
Escrever, com algum talento e muito treino, se chega lá. Agora, amar... amar e amor são aprendizado diário e somos sempre surpreendidos. Pra mim existem muitas formas de: algumas se complementam, outras são simplesmente diferentes. Pode-se amar muitas pessoas, de diversas maneiras ao mesmo tempo que se ama uma só de muitas formas.

Quando a leveza do conforto bate à sua porta, de repente o tempo muda e o sofrimento do coração apertado entra como um vendaval em sua vida. Sofrimento gostoso... é o querer morrer para acabar com o estrangulamento. Mas, espera... só mais um pouquinho, assim sinto que estou vivo. E o estrangulamento faz parte de você a vai afrouxando, afrouxando... descobriu-se uma nova forma de amar (se não é correspondida, aí sim se quer morrer de vez pra poder nascer de novo). #pausa para a música de fossa aqui:  (I can't seem to )make you mine - The Clientele#
Sentimento de solidão... ficar quieto apenas sentindo... a dor e o calor... o frio... o calafrio... pensando consigo mesmo: "por quê?! por quê?!?! tinha que ser comigo?! esse danado do amor... me pegou de jeito justo quando eu não queria, ou achava que não...".
O amor é bipolar. Num minuto, se ri sem razão aparente, no minuto seguinte a alegria desvanesce e dá lugar ao pranto, também sem motivo aparente, é a tristeza pela tristeza ou de estar longe, de se sentir minúsculo, de ter tanto amor para dividir que sente o coração pequeno demais (lembra do tal estrangulamento?).
É uma coisa complicada... coisas loucas são feitas por amor, mas são consideradas loucas, pois são vistas por outros olhos.
Para amar, é preciso estar aberto a se sentir inquieto o dia todo, a se magoar vez ou outra, viver isso com a intensidade merecida e aprender a se levantar e viver tudo do começo se for preciso, ainda que seja com a mesma pessoa. #outra música: Popular Mechanics for lovers - Beulah#
Puxa... que difícil, que desafio bom.


Pôr-do-sol 17/01/2011
Um lado claro, um lado escuro

sábado, janeiro 15, 2011

Torta de Framboesa - Voltando ao sítio

No sítio, tanto me pediram que eu fiz a torta de framboesa. Não sem ajuda, claro. Uma tia fez a geleia, a outra tia foi lá e estra... digo, colocou mais açucar (mas mais açúcar mesmo!) pra apurar o doce (eu prefiro a geleia mais azedinha, menos enjoativo).
Eu fiz a massa e vovó me auxiliou pra fazer o creme branco. Meu tio ficou enchendo minha paciência dizendo que quem tinha feito tudo havia sido minha avó: "Essa Ana Maria Braga aí sem a Maria não é de nada, hein" (pra quem não entendeu, eu era a Ana Maria e minha avó a auxiliar Maria, heheh).
Para fazer o primeiro creme, receita tradicional + conhecimentos da técnica dietética, para o segundo creme (porque faltou e tivemos que fazer mais) receita tradicional + experiência (pra quê técnica dietética... mas que o amido demorou mais pra gelatinizar, ah, demorou... eu que sei, viu... fiquei mexendo a panela... ihh, desempelotar tudo também foi lindo!).



Experimente fazer!

Torta Fácil de Framboesa

Você vai precisar de:
duas tias, uma avó (não, galera, brincadeirinha...)

Para a geleia:
Framboesas (a medida de uma caixinha de morango, mais ou menos... 2 xic de chá, vai...)
Açúcar (quantidade pra virar quase geleia... 2 a 3 xíc. de chá)
Cuidado pra não deixar em ponto de bala!!!!

Modo de preparo: Lave as framboesas (antes, lave as mãos, ainda mais se outras pessoas forem comer a torta), coloque-as na panela em fogo baixo. Acrescente o açúcar após as frutas se desmancharem e perderrem um pouco da água livre delas (hummmm, ciência dos alimentos).

Creme branco
leite integral fluido 250 ml
gema 1 und (guarde a clara pra fazer um omelete só de claras em neve)
farinha de trigo 2 colheres de sopa bem cheias
Leite condensado 1/2 lata

Modo de preparo (com a técnica dietética): com o leite ainda frio, acrescente a farinha de trigo e mexa um pouco para desfazer os grumos, leve ao fogo baixo e mexa até perceber a mistura ficar mais consistente. Então, acrescente o leite condensado e a gema. (Por que não colocar o leite condensado antes?! Porque tem muito açúcar, e em excesso este ingrediente atrapalha a gelatinização do amido). Ah, cuidado para não deixar empelotar; se acontecer, mexa vigorosamente!

Modo de preparo da voz da experiência: misture tudo, coloque no fogo e mexa... mexa... dá certo também, mas demora um pouquinho mais...

Massa
Farinha de Trigo 2 xíc. chá
Leite 3/4 da xícara de chá
Manteiga 1 colher de Sopa bem cheia
Açúcar 1 xícara de chá
Sal 1 pitada
Fermento químico 1 colher de sopa

Modo de preparo: misture todos os ingredientes com as pontas dos dedos até que fique homogênea (NÃO SOVE!). Depois, abra a massa cobrindo a forma; deixe-a bem fina. Coloque para assar (demora uns 10 min, dependendo do forno).
Depois é só montar o recheio. Dentro da caminha (ou cestinha ou "chame-do-que-você-quiser") coloque o creme branco, geleia, creme branco, geleia, (ou só uma camada de cada mesmo) e enfeite se quiser...

Deixe na geladeira por 1h aprox., coberta por plástico firme.

E depois é só aproveitar^.^. Olha só que ironia do destino... eu nem experimentei a minha torta como um todo... sniff... só experimentei o creme quando ficou pronto e a geleia... mas a galera que tava com lombriga de torta falou qua tava "bão". Eu acredito! hehe

sexta-feira, janeiro 14, 2011

Digressão 2- Anoitecer colorido

Estava eu aqui me preparando pra estudar, lendo alguns resumos de artigos sobre carnes, bactérias, etc... quando reparei que a chuva havia parado e havia um restinho de sol. Quando olhei pela janela, me deparei com um arco-íris! Nossa, desde que vim pra cá já tirei foto de uns três arco-íris da minha janela. Estou fazendo coleção, como o Luís da Câmara Cascudo fazia de crepúsculos (tem até uma peça inspirada nele chamada O Colecionador de Crepúsculos; chorei muito de emoção quando eu assisti).


Tá meio clarinho, mas acho que dá pra ver...

Então, sentei de novo de frente pra janela pra continuar a ler e fazer as coisas no computador, descarregar a foto do arco-íris e tudo o mais. Mas, de repente pensei "Nossa, o pôr-do-sol deve estar muito bonito lá fora."
Peguei minha câmera, saí correndo, parei em frente a praia e consegui tirar fotos muito bonitas. O sol não estava mais aparecendo, mas seus raios coloridos refletindo nas nuvens, sim.
Parece até um quadro

Fotos tiradas às 20h e alguma coisa de hoje

Voltei pra casa até mais inspirada pra estudar!


quinta-feira, janeiro 13, 2011

(digressão) Lista de presentes

Falta menos de um mês pro meu aniversárioe percebi uma coisa que me incomodou. Uma dessas livrarias me mandou um email dizendo que eles facilitam muito a nossa vida permitindo que façamos nossa lista de presentes para que possamos dividi-la com nossos amigos, fazendo o favo de dizer-lhes o que queremos.
Por que me incomodou?! Porque, primeiro: quando você envia uma lista dessas, meio que se torna uma obrigação lhe presentearem; segundo: dar o presente vira algo banal, a pessoa que dá não pensa na carga de significados que o tal presente terá, tanto pra quem dá quanto pra quem recebe (já disse isso aqui).
Eu sinto que não há mais aquela preocupação em descobrir do que a pessoa gosta, o que combina com ela, desvendar esse mistério... não dá mais aquele frio na barriga de ansiedade esperando pra ver a cara da pessoa abrindo o presente e se ela gostou ou não. E, com essas listas, meio que se espera o que vai ganhar, quem está fazendo aniversário não se deixa surpreender...
Eu achei muito engraçado quando um amigo meu, alguns meses atrás, me perguntou o que eu queria ganhar de aniversário. Eu disse: "mas tá muito longe ainda!". Ele: "mas eu não sei o que te dar!". Eu disse: "ué, pensa no que combina comigo, no meu jeito". Não dei nenhuma dica, caramba! Amizade de quase 8 anos!
Eu não ligo pro quanto custou (ou se foi manufaturado ;-D ou inventado- como uma dança ou música), o que importa é o carinho, a mensagem que a pessoa quis transmitir com o gesto. 
A gente perde a noção, eu acho, ficamos pensando muito no material (não que não precisemos de tecnologia, roupas, livros -adoro comprar, ganhar, porém tem uma fila imensa de livros pra eu ler... será que consigo até 2012?!- etc, só é preciso tomar cuidado e analisar se certas coisas são realmente úteis e essenciais - p. ex. eu acho tablets inúteis, são inúteis pra mim, não se encaixam no meu cotidiano... se é útil pra vc, ótimo...) "o que eu vou ganhar de aniversário?!" Eu posso ganhar muitas coisas não materiais, só preciso de sensibilidade pra perceber...
Os meus presentes de hoje foram o Sol, a chuva e o vento

E de presente pra vcs:


Bottle from Kirsten Lepore on Vimeo.

Fonte:http://smellycat.com.br/2011/01/04/bottle/

segunda-feira, janeiro 10, 2011

Brincos vermelhos

Observo seus frutos pendurados
Delicados
Jóias naturais

Cheios de graça
Brilho de cera
Uma ideia


Não é metal ou pedra que necessite ser lapidada
Mas sim, polpa e semente
Adorno perfeitamente finalizado


PS: o bom é que dá pra comer depois =P. Viva a sustentabilidade!





sábado, janeiro 08, 2011

Framboesas

Framboesas recém colhidas

Oh, seu sabor agridoce
permanece em minha boca
É bom e ruim
Mordo um pedaço, o gosto azedo é soberano
Não consigo parar...
E mais uma e outra...
Até, finalmente, encontrar a doçura
Depois de muito tentar
Então vem aquele gosto azedo
De novo recomeçar



A busca pela framboesa doce: muitas azedas são engolidas primeiro, até se acostumar com esse gosto e não ser mais tão ruim assim; também aprende-se a apreciá-lo, é quase como um vício. Mas quando a framboesa doce é encontrada, a satisfação é ímpar. 
Se as azedas não lhe agradam assim, aprenda a fazer suco com elas... 

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Dias de Sítio (parodiando Dias de Sótão =D)

Os próximos posts serão dedicados aos meus dias bucólicos.

Abóboras

Este primeiro será dedicado às abóboras, mais uma de minhas paixões. Outro nome para o meu blog poderia ser "A Abóbora de Halloween" porque desde que eu vi O Estranho Mundo de Jack e ganhei (depois de muito encher a paciência de minha mami), aos 10 anos, uma abóbora de pelúcia com braços e pernas que agarram,
olha ela aqui, que simpática^.^
 nutro uma paixão por esses frutos da família Cucurbitaceae, pelos diferentes tipos, formatos, cores, sabores e versatilidade.
Algumas podem ser consumidas picadinhas refogadas (como a abobrinha paulista); outras no feijão, a moranga serve para o camarão e muitas são boas para fazer doce, tanto aquele com coco como aquele em pedaços, no qual é preciso jogar cal (cal mesmo, CaO, para que o pH fique mais alcalino) e deixar na panela de pressão por um dia inteiro, então o doce fica com aqueles pedaços crocantes por fora e macios por dentro... hummmm
E, no sítio, ao colher framboesas com meu primo, olha só com o que me deparei:

- OLHA!!!!! ... Uma Abóbora!!!!
- Não faz isso, sua louca! Achei que fosse uma cobra!
- Ah, é... e você já ia sair saltitando por aí, haha!
- É...
- Hahahaha!
Alguns dias depois encontrei essa mesma abóbora no chão, caiu naturalmente, já estava madura. Uma gracinha! Então, a peguei e trouxe pra casa. Observe as framboesas amadurecendo em volta. Tudo muito lindo! 

E, olha só que belezinha, muitas abóboras! Veja quantos formatos e cores! A gente não vê isso no supermercado! Não sei quem colheu, mas elas estavam lá para ser apreciadas.

- Ah, faltou uma abóbora na foto... aquela ali em cima da caixa...
- Aquilo é uma melancia =S. Mata-me de vergonha...
- Mas eu não estou de todo errada, as abóboras, melancias e melões são da mesma família!
- Tsk tsk tsk...


Que delícia repousar sobre a grama macia!

Também fiz uma coisa que nunca havia feito: abri uma abóbora... sozinha... uma como essa aí de cima. Foi um tanto quanto desafiador, mas cumpri a tarefa com certa destreza. Depois ela virou doce pelas mãos de minha avó e minha mãe.
Se tiver uma abóbora ao seu dispor, espero que já saiba o que fazer...

domingo, dezembro 26, 2010

Thought of you

Encontrei um blog por acaso, é sobre animações: SmellyCat.com.br
É engraçado como as coisas acontecem de modo a se encaixarem perfeitamente na vida... porque ao visitar esse site encontrei o nome de um filme de animação francesa que assisti em 2005 ou 2006 no colégio, estava buscando na memória e em outros lugares (site do Anima Mundi, p. ex.) o título, porém sem sucesso; apenas lembrava uma parte da história e das cenas, mas agora sei que o filme chama-se "As bicicletas de Belleville".
E então me deparei com o vídeo abaixo. Mistura de dança contemporânea com animação: incrível! Fiquei... não dá pra descrever...
Impressionante como é possível expressar sentimentos na dança de uma forma única e completa, não é preciso dizer mais nada, está tudo ali, flutuando entre os corpos. É quase possível pegar o ar...

O idealizador do projeto, Ryan J Woodward, queria que, ao assistirem seu vídeo, as pessoas pensassem nos relacionamentos nos quais estão envolvidas...



Thought of You from Ryan J Woodward on Vimeo.

A música é do The Weepies - The World Spins Madly On

... confira o Making of de Thought of you:


Thought of You - Behind the Scenes Preview - ROUGH CUT from Cambell Christensen on Vimeo.


Fonte: http://smellycat.com.br/2010/12/21/leveza-e-sensacao-em-thought-of-you/comment-page-1/#comment-11404

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Fazer Presentes II - Amigo Secreto!


 Quem não tem amigos, não tem nada... um post em homenagem ao meu grupo/família

Outra coisa que contribuiu para o fechamento do ano ser perfeito foi o amigo secreto que meu grupo da aula prática de nutrição organizou. Somos em cinco pessoas e combinamos que o presente teria que ser feito por nós mesmos.
Tivemos uma semana pra fazer tudo e trocamos os presentes num jantar em que cada um fez uma preparação: eu fiz meu suflê de queijo com a ajuda da Fê, a Isa fez um doce maravilhoso com chocolate, creme e muito amor e carinho, a Rolha contribuiu com a salada, o vinho, o suco de melancia a cerveja e a casa e, por último, mas não menos importante, o Luiz contribuiu com o pão que ele mesmo fez!!! Nossa, que pão maravilhoso!!! De comer ajoelhado. Se fosse no programa da Ana Maria, eu teria levado pra debaixo da mesa e ficado por lá mesmo!!! Acho que foi um dos melhores pães, senão O melhor, que já comi na vida!!!
Agora, vamos aos presentes:
Antes de começar a troca de presentes eu quis deixar claro que agora somos muito mais que um grupo, somos uma família! E conquistamos essa intimidade e esse afeto ao longo desse ano. Uma pessoa foi a "cola", a gelatinização do amido fundamental para aglutinar as outras quatro pessoas: Rolha.
(De 2009 para 2010 o grupo havia passado por uns perrengues, algumas discussões, mas sempre fizemos o possível para nos tratarmos com sinceridade. Com a chegada da Rolha no grupo, nos permitimos redescobrir o melhor de cada um e deixar a amizade rolar; as aulas práticas e a vida ficaram muito mais divertidas!).
E presenteei cada um do grupo com a nossa foto e atrás de cada uma escrevi uma mensagem especial.
E a brincadeira começou: Isa tirou o Luiz que ganhou uma foto do grupo (um pouco diferente) e um bolo delicioso que ele dividiu com o grupo no final hummmmm.
Luiz tirou a Isa e a presenteou com um pano de prato pintado a mão por sua mãe (tudo bem, ele já havia presenteado o grupo inteiro com o pão!!!!)
Daí a Rolha me tirou!!! E o presente que ela fez é maravilhoso!!!! Nenhuma palavra descreve tão bem a emoção, a felicidade que senti quando ela me entregou!

Ela fez um mural de fotos pra mim!!! Eu queria um há muito tempo!!! Nossa, o valor que este tem pra mim nenhum dinheiro jamais pagará!!!!
Na frente, mural.

Atrás, cartão!

Eu tirei a Fê e customizei um cardeninho de anotações pra ela:


E a Fê tirou a Rolha e a presenteou com uma sacola retornável de algodão cru customizada com fitas de cetim e flores coloridas feitas de feltro. 
O que foi mais legal de toda essa experiência é que eu tenho certeza que cada um deu o melhor de si, depositou toda atenção, canalizou todas as boas energias e os melhores sentimentos para agradar seus bons amigos!
Foi uma noite inesquecível !!!
Então, aproveitando o espírito de Natal, no fim das contas o que importa é o valor sentimental que aquele presente tem e não o seu preço.
Desejo um Feliz Natal cheio de união, família e amor!




Música para os meus ouvidos...

Esse final de ano está sendo maravilhoso! Fiz várias coisas diferentes e estou aprendendo a aproveitar o que tem de melhor na cidade onde passo a maior parte do tempo na semana!
No último domingo (19/12), a OSESP no seu programa itinerante se apresentou em Santos, no Canal 3. Cheguei com minha amiga duas horas antes e pegamos um lugar ótimo! Na frente! (Essa foto não é de minha autoria porque eu estava bem mais na frente mesmo, porém não levei câmera...)
Apesar de não ter registrado o momento com a minha máquina fotográfica, guardei com muito carinho na memória.
No instante em que os músicos começaram a tocar seguindo os gestos do maestro, fiquei arrepiada! Deu vontade de levantar da cadeira e sair dançando um ballet clássico por lá mesmo! Cada nota despertava uma emoção e iniciei uma história de amor em minha cabeça ao som da Rapsódia.
A sinfonia me fez querer voltar a calçar as sapatilhas de ponta e flutuar por aí.
O Choros parecia interminável e tive várias sensações diferentes em cada pedaço da música que se desenrolava.
De vez em quando eu me pegava de olhos fechados, apenas deixando a música entrar e tomar conta de mim, me elevar...
Foi tudo muito lindo! E os músicos tinham nas faces a expressão de alegria e a satisfação de missão cumprida!
E o diretor da orquestra, quando subiu ao palco para dar as boas-vindas ao público disse: "Temos que agradecer ao céu, ao sol e ao mar". De fato, após vários dias de chuva e céu nublado, estava um dia espetacular, quente, mas muito bonito!
Foi perfeito!
O repertório completo foi este:
Espanha – Rapsódia para Orquestra" (Emmanuel Chabrier); "Sinfonia nº 2" (Sergei Rachmaninov); "Choros nº 6" (Heitor Villa-Lobos) e "La Valse" (Maurice Ravel) e ao final os espectadores tiveram a surpresa de ouvir um bis com "Pé de Vento" (Edu Lobo).

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E ontem, no SESC Santos, fui ao show da Maria Rita. Fiquei na primeira fileira, logo atrás da grade, muito perto dela! Ela é linda! Nasceu pra ser o que é! E o repertório de ontem foi maravilhoso! E ela disse que aquele era um show bem íntimo, "só nosso" e as músicas escolhidas eram aquelas que ela tinha muita vontade de cantar, precisava cantar, algumas de outros artistas que ela queria ter encaixado em outros shows.
O show durou umas duas horas e foi um momento muito gostoso!



"Quando a gente ama brilha mais que o sol
É muita luz
É emoção
O amor
Quando a gente ama é o clarão do luar
Que vem abençoar o nosso amor" - O que é o amor (agora dançar gafieira pra mim ao som dessa música terá outro significado depois de vê-la cantando ao vivo!)

"Eh, eh, ele não é de nada, oh iá
Essa cara amarrada é só um jeito de viver na pior" - Cara valente

"Nem toda feiticeira é corcunda,
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem" - Pagu

 

quarta-feira, dezembro 22, 2010

Irish Dance X Tap dance, eis a questão...



Se me perguntarem qual dos dois eu prefiro, direi: Os dois.
Não é possível escolher! Cada um tem suas peculiaridades e desperta um sentimento diferente em mim.
O próprio sapateado americano é derivado do irlandês com toques africanos e indígenas.
Na Irlanda, o sapateado surgiu enquanto as famílias descansavam entre um trabalho e outro nas fábricas, elas dançavam para se distrair.
Nos Estados Unidos, era dançado nos guetos.
São duas culturas diferentes que podem se combinar ou não e devem ser respeitadas. O vídeo traz essa mensagem: não existe melhor ou pior, apenas diferente.
Divirtam-se com o vídeo! Melhor são as legendas em alguma língua oriental hhehehe.
Até breve!








quinta-feira, dezembro 09, 2010

What's wrong with our food system? - Part 2

Eu li um livro uma vez e recomendo: Em defesa da comida - Um Manifesto, do Michael Pollan, um jornalista californiano com umas ideias bem peculiares.

Nesse livro você encontrará esses doze mandamentos:
1 - Não coma nada que sua avó não reconheceria como comida;
2- Evite comidas contendo ingredientes cujos nomes você não possa pronunciar;
3- não coma nada que não possa um dia apodrecer;
4- evite produtos alimentícios que aleguem vantagens para sua saúde;
5- Dispense os corredores centrais dos supermercados e prefira comprar nas prateleiras periféricas;
6- Melhor ainda: compre comida em outros lugares, como feiras livres ou mercadinhos hortifrútis;
7- pague mais, coma menos;
8- coma uma variedade maior de alimentos;
9- prefira produtos provenientes de animais que pastam;
10- Cozinhe e, se puder, plante alguns itens do seu cardápio;
11- prepare suas refeições e coma apenas à mesa;
12- Coma com ponderação, acompanhado, quando possível, e sempre com prazer [esse último, diz tudo, na minha opinião].

Tá, muito bonitas todas essas dicas, concordo com a maioria delas, faço só um adendo ao comentário dos animais que pastam que também é um complemento ao mandamento 8: varie suas fontes proteicas, peixe, frango, cogumelos, queijo, soja e outras leguminosas, ovos, carne bovina, suína, entre outras, assim pode ser que um dia a superprodução de carne bovina, que arrasa com toda a cadeia produtiva (desmatamento para colocar pastos no lugar, empobrecimento do solo -isso acontece com a superprodução de soja também-, etc), diminua. E não sou simpática em relação ao consumo de animais de caça, por causa do risco de extinção. Essa prática não é realizada com tanta consciência assim... ou consciência nenhuma...
_________________________

Mas, após ler todos esse mandamentos, super legais de seguir no dia-a-dia... mas dá aquela vontade de comer um Fast Food... e agora?! O que você faz?! Pratica suicídio?! Entra em depressão?!
NÃO!!!
SEJA FELIZ! "Dois hamburgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles no pão com gergelim" de vez em quando (DE VEZ EM QUANDO) não faz mal a ninguém! Faz bem pra alma!!! Às vezes, precisamos de uma comfort food depois de um dia daqueles. Apenas gostaria de chamar atenção para o gasto que essas redes grandes de Fast Foods tem com embalagens descartáveis, muito plástico, caixinhas, saquinhos, papéizinhos. Deveria haver uma alternativa mais sustentável. Por isso também defendo...
...que esse lanches e doces possam ser caseiros, pois há menos gasto de embalagens, ou seja, menos montanha de lixo. Além do que, aquele hamburguer da mamãe e o doce de compota ou bolo de fubá da vovó têm muito mais sabor e a gente sabe da onde veio. E as quantidades de conservantes derivados do petróleo e outras substâncias químicas do mal são menores.

Então, o que quero deixar é: você pode sim comer aquele bolo cheio de coberturas e recheios, aquela pururuca, desde que se saiba da onde veio e o processo de elaboração do prato seja o mais próximo possível de você (origem dos ingredientes, processo produtivo, etc). Pois, uma coisa que já me disseram e eu concordo é: vivemos numa sociedade que NÃO sabe lidar com a comida! Ou as pessoas exageram se alimentando de coisas que parecem comida, mas são mera imitação barata, ou têm tanto medo de se alimentar pois pensam apenas no tanto de calorias e benefícios para a saúde que aquele alimento irá trazer, esquecendo da carga cultural, história do prato e a carga individual de significados e símbolos carregada por aquela preparação.
Comer é muito bom, contudo temos que cuidar para fazer as escolhas certas nos momentos certos.

Nota: Enquanto elaborava esse post, vi que saiu agora nas bancas a edição verde da Superinteressante e fala sobre como nosso sistema de alimentação está se tornando insustentável para o planeta. Acho que vale a pena dar uma lida...

segunda-feira, dezembro 06, 2010

What's wrong with our food system?!?!



Nesse vídeo, esse garotinho fala da importância de sempre escolhermos alimentos de produtores locais e orgânicos. Ótimo, estou total de acordo.
Mas aqui eu faço uma ressalva: no Brasil alimentos orgânicos são mais caros (e grande parte da população não conseguem ter acesso a esses alimentos, embora estes sejam de melhor qualidade) e mal conhecemos nossos vizinhos, quem dirá os produtores locais... falta incentivo para essas práticas. Ainda estamos presos à produção em massa na agricultura, com uso excessivo de defensivos químicos... é uma pena. Além disso, mal conhecemos as frutas e hortaliças originalmente brasileiras e... espanto! Geralmente são mais caras, pois são produzidas em pequena escala (e quem sabe, de forma orgânica).
Outro problema: não respeitamos a época das coisas!!!! Como assim, tem laranja e tomate o ano inteiro!?!?!?!? Existe época para as coisas! Já ouviu falar em sazonalidade?!
Precisamos aprender a viver sem tomates, bananas, batatas e laranjas em determinadas épocas do ano, trabalhar com opções, variar mais a alimentação, adaptar!!!! E conhecer alimentos nativos do Brasil.
Apesar de todas essas questões, sou otimista. Com pequenos gestos, acredito que possamos melhorar nossa alimentação e respeitar o meio ambiente. Como já disse num post anterior, tenho vontade de plantar temperinhos (eu moro num micro apê, hein! É possível! É só acreditar!). Acho bom comer o que a gente mesmo produziu... evita maiores desperdícios, menos agrotóxicos para nosso fígado metabolizar, é econômico... e essas práticas são, de certa forma, terapêuticas.
Voltando ao fato de produtos orgânicos serem, muitas vezes, mais caros, tudo bem não dar pra comprar sempre... mas quem sabe às vezes?!
Talvez se nos juntarmos com nossos vizinhos e pensarmo em fazer uma compra orgânica de forma coletiva (estilo "atacado"), quem sabe não sai mais barato?! São opções, lembra que temos que aprender a trabalhar com elas? Só estou especulando... 
A mesma coisa digo em relação aos alimentos integrais: quem sabe às vezes misturar um pouco do arroz integral ao arroz normal? Um pouco de açúcar mascavo ao refinado ou cristal?
Dessa forma, vamos aos poucos contornando as adversidades e encontrando o melhor caminho para uma alimentação mais saudável e, vale dizer, mai sustentável. E se colocarmos na balança, no final das contas, é preferível gastar mais com comida de qualidade do que com remédios daqui a alguns anos...

Mas, calma, também não sou contra um porcarito de vez em quando! Aguarde o próximo post!

domingo, dezembro 05, 2010

Dançar é bom e eu gosto!!!

(a frase título do post está escrita em uma faixa de cabelo que eu usava para envolver meu coque quando ia para as aulas de ballet)
A Bailarina

Um, dois três e quatro
Dobro a perna e dou um salto
Viro e me viro ao revés
e se eu cair conto até dez

Depois essa lenga-lenga
toda recomeça
puxa-vida, ora essa
vivo na ponta dos pés
(...)
http://www.vagalume.com.br/lucinha-lins/a-bailarina.html#ixzz17F0mloSh
 
Ahhh, dançar... não podemos voar... mas podemos saltar...
Mover cada centímetro do corpo com movimentos rápidos, lentos, altos, baixos, saltitantes, pontuais, torcidos, uma infinidade... quando acho que já fiz de tudo, descubro o pouco de movimentos que já descobri...
Além de comer e andar de bicicleta, dançar é outra coisa que está na minha prateleira do que eu amo fazer.
Não vou mentir, às vezes é bem estressante... bailarina sofre. A gente se machuca... fica sensível, começa a chorar no meio do ensaio... ainda mais quando erra aquilo que vem treinando meses a fio pra chegar próximo à perfeição (digo próximo, pois nada é 100% perfeito, mas o que seria da vida sem os defeitos? Acho que seria bem chata... pois todos seriam a mesma coisa e não seria possível as pessoas se completarem nas suas qualidades...).
Quando eu estou triste, nervosa, angustiada ou o dia foi simplesmente uma droga, eu faço o possível para descarregar tudo nos sapateados... bater os pés no chão com força e vontade. Cada gota de suor que escorre pelo meu rosto  dá sensação de trabalho bem feito. Naquele momento, SOU eu, sinto-me viva.
A mesma coisa valia para o ballet... depois de muito tempo praticando, quase doze anos, aprendi a dançar com o coração. Para me divertir.
Hoje no ensaio, ouvi isso: a dança está acompanhada da alegria. O que me fez pensar: realmente, dançar me faz muito feliz!
Um dia, estava assistindo ao 15 minutos com o Marcelo Adnet, o tema era dança, tudo bem, era pra tirar um sarro, mas no final ele disse: "A dança aproxima/ a dança afasta". A dança aproxima, pois ao fazer coreografias em grupo devemos resgatar a coletividade, ter espírito de equipe, aquele "EU PRECISO DE VOCÊ" para que as coisas deem certo, respeitar o espaço do outro... é como viver em sociedade, não somos uma ilha.
A dança pode afastar os sentimentos ruins: a dor de um amor perdido, incertezas... não é que esses sentimentos vão simplesmente sumir, mas ao dançar eu sinto que é possível canalizar esse turbilhão de emoções e organizá-lo melhor.
Uma das minhas maiores alegrias desse ano foi competir dançando, e ainda com algo que eu havia começado a praticar apenas quatro meses antes: Sapateado Irlandês.
Desde os 10 anos eu sou apaixonada por essa modalidade, queria ter visto Lord of the Dance quando eles vieram pro Brasil, mas não deu ...$$... e desde então eu vinha procurando um lugar onde eu pudesse ter aulas e, dez anos de procura depois, encontrei!!!
Comecei com o adulto iniciante, mas acredito que mostrei um bom serviço e fui colocada para treinar a coreografia da competição na turma das intermediárias e avançadas. Que satisfação!
E eu ensaiei! Como ensaiei! E às vezes eu me sentia muito mal porque eu demorava um pouco para pegar os passos e as outras meninas fazem isso há uns 10 anos! E elas já sabiam a coreografia (vale dizer, super rápida). Mas eu pensei "eu posso, eu consigo, eu faço" e aprendi tudo em duas semanas, chegando em casa com as pernas bambas e ainda arrumando forças para ensaiar na minha sala. E mais um sonho se realizou pra mim!


sexta-feira, dezembro 03, 2010

Pensamentos de ciclovia


When a friend says bye
The broken heart remains mine
I thought that I was wise
But the broken heart still is mine...
Maybe I'm sensitive enough
and others are not or...
I just think too much

Against all these feelings
The rain is my protection
Washing the biterness of life
Until my sweat gets sweet again

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Cara de travesseiro


Sabe quando você acorda com aquela cara de travesseiro?!
Pois é, ontem foi um dia desses... (ah, essa coisa florida é meu travesseiro)

domingo, novembro 28, 2010

A Bolha

Bolhas

Olha a bolha d’água no galho!
    Olha o orvalho!
 Olha a bolha de vinho na rolha!
 Olha a bolha!
 Olha a bolha na mão que trabalha
 Olha a bolha de sabão na ponta da palha brilha, espelha e se espalha
 Olha a bolha!
 Olha a olha que molha a mão do menino:
 A bolha de chuva na calha!
                                                                                   

Cecília Meireles




[olha a bolha formada na tampa da cola! Olha Bolha!]

sábado, novembro 27, 2010

Foto para pensar: Pé de Limão

Esse é o pé de limão que geralmente temos nas cidades.

Quero plantar temperinhos em casa,
mas ainda me faltam vasos e terra.

sexta-feira, novembro 26, 2010

Fazer presentes e se fazer presente

Fazendo o presente de aniversário da minha amiga: marcador de página e a embalagem (fuxicão)

Sou uma pessoa que andou aprendendo a gostar das coisas simples da vida: a brisa nos meus cabelos, o nascer e o pôr-do-sol, uma caminhada na praia, o barulho da chuva. Não estou dizendo que não gosto de tecnologia e outras coisas complexas, acredito que também precisamos destas, contudo é preciso se permitir apreciar a simplicidade. Sair um pouco da loucura, parar e degustar aquela caneca de café que acabou de ser feito... feito por alguém... fazer algo para alguém...
É aqui que quero chegar.
Uma das coisas que acho simples é fazer um presente para um ente querido, pois você demonstra concretamente a consideração e os sentimentos que você tem pela pessoa.
 Não é que não dá trabalho ou é muito facinho, porém tudo que você precisa é de materiais e força de vontade (ah, e a tal da criatividade, mas acredito que todo mundo tem um pouco e é criativo ao seu modo).
Pode ser um cartão, um café passado com carinho, um bolo, e já está valendo. Quando recebo um presente elaborado pela pessoa que me presenteou penso em cada detalhe, imagino cada emoção sentida no passo-a-passo da criação. Porque eu sou assim, a cada ponto, recorte, cor, vou sentindo a realização do trabalho nas minhas mãos, a união da imaginação com o concreto e a expectativa do produto final, carregada de subjetividade.
Ao fazer um presente você se faz presente, tanto na sua vida porque você passa acreditar no seu potencial criador quanto na vida do presenteado que terá em mente o carinho, cuidado, tempo e atenção oferecidos.
E ao entregar um mimo desses, o melhor é o que se recebe de volta: a gratidão, um abraço confortável, a alegria, o reconhecimento da amizade. Um afloramento de emoções!
Permita-se senti-las e aproveite!